SPIN & SPRINT ®
Indoor cycling newsletter #10 Dezembro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação de Indoor Cycling Português.
“...As ideias flutuam em teu redor, mas muitas vezes não as queres ver. Quando procuras inspiração, o que procuras são ideias. Quando rezas pedindo orientação, pedes ideias que te indiquem o caminho. Aí sim, tens de prestar atenção, porque a ti cabe pôr as ideias a funcionar...”
Fernão Capelo Gaivota
A música e o ritmo no indoor cycling...
A música não se limita apenas aos aspectos técnicos. É também, e antes de tudo, uma fonte de prazer, inúmeras vezes procurada pelos participantes nas actividades de grupo que utilizam este recurso, constituindo-se como um forte aliado da actividade física para tornar mais eficaz o processo de treino.
No âmbito das actividades físicas de grupo, no qual se inclui o indoor cycling, a música tem desempenhado um papel fundamental ao favorecer a aprendizagem, ao nível da componente rítmica, ao estimular a motivação, melhorando os níveis de atenção e ao determinar a intensidade do exercício, através da sua velocidade de execução.
O ritmo é uma das capacidades psicomotoras que caracteriza o ser humano e pode manifestar-se de diferentes formas, bem como ser alvo de aperfeiçoamento através de processos de treino. Numa fase mais avançada, o ritmo passará a fazer parte dos automatismos do indivíduo, ou seja, a necessidade de nos concentramos sobre este aspecto diminui consideralvelmente e a sensibilidade e a facilidade em seguir o ritmo de um dado estímulo é maior.
A música está sempre presente durante todo o processo de ensino-aprendizagem nas actividades de grupo da área do fitness, atraindo a atenção daqueles que procuram relaxar, melhorar a sua imagem corporal e a condição física, constituindo-se não só como factor de motivação e incentivo fundamental para todos os participantes, mas também como um excelente recurso didáctico para determinar o ritmo de execução das técnicas selecionadas.
Na área do fitness, a música é utilizada para: determinar a velocidade dos movimentos, neste caso, a r.p.m.; impor o ritmo da sessão; motivar os participantes; orientar o instrutor na duração de cada técnica ou sequência de técnicas.
No indoor cycling, quando a música começa e as instruções do instrutor são seguidas é possível observar os participantes a experimentarem sensações agradáveis como se realmente estivessem a pedalar no campo, a subir a montanha mais íngreme ou a ultrapassar obstáculos que vão surgindo no percurso através do recurso à visualização.
Através combinação de sons proporcionados pela música poderão ser suscitadas diferentes emoções, de tal forma que o elemento musical tem aproximado cada vez mais participantes em relação ao fitness em particular e para a actividade física em geral.
Quando a música que se ouve durante uma sessão de indoor cycling é agradável, a concentração aumenta, permitindo continuar a actividade por mais tempo, mesmo com a acumulação de alguma fadiga, mas sem que se instale monotonia, provacada pelo exercício cíclico e repetitivo.
Conjugando a utilização de música agradável com a criatividade do instrutor, as sessões de indoor cycling deverão proporcionar momentos de grande empenho e motivação, cujo produto final deverá ser alcançar dos objectivos definidos para cada um dos participantes.
Boas Pedaladas!!!
Alimentação, Nutricão e Saúde...
Comer bem passa por fazermos uma alimentação variada, equilibrada, com alterações progressivas e não concentrarmo-nos somente nos alimentos que mais gostamos e que nos sabem melhor, ou até, que mais publicidade têm, ou fazer mudanças bruscas no que se come. A chave para nos alimentarmos correctamente é variedade, moderação, evolução e não revolução.
Que não haja confusões, dieta equilibrada não significa dieta de doentes, monótona e que nos obriga a enormes privações, muito pelo contrário, é uma dieta com grande variedade de cores, texturas, sabores e aromas, em cada alimento fornece diferentes nutrientes essenciais ao organismo humano. Ao invés, a dieta fas-food, essa sim, é monótona, desprovida de nutrientes vitais para a saúde humana e rica em calorias, gordura saturada e trans, açucar, aditivos químicos, sal, etc, etc...
Power Plate Training
História & Desenvolvimento
A utilização da vibração não é uma novidade tecnológica dos tempos modernos. Na antiga Grécia já era utilizada para acelarar a recuperação de lesões através de um artefacto que consistia numa banda de tecido envolvendo o membro lesionado numa ponta, e na outra ligada a uma lâmina metálica flexível que provocava a vibração (mas apenas numa única direcção).
No final do século XIX,o médico John Harvey Kellogg, o cientista alemão W. Biermann, o cientista russo na década de 60 Vladimir Nazarov, foram os investigadores pioneiros na utilização da vibração com fins terapêuticos.
Em 1999 Gus Van de Meer, um dos treinadores da equipa olímpica holandesa começou a utilizar a vibração para treinar pessoas saudáveis e descondicionadas, desenvolveu a Power Plate e criou programas de treino que fossem de encontro às necessidades dos sectores da Saúde e da Condição Física.
Se pretender saber mais sobre este método de treino, não hesite, contacte a Master Trainer Sheila Ranchhod.
sheilaranchhod@livingfitness.pt
www.livingfitness.pt
www.powerplate.com
Sucesso em apenas 15 minutos.
Apenas 15 minutos 3 vezes por semana são suficiente para atingir melhorias significativas.
Nutrition Advisor
Se pretender aumentar os seus conhecimentos sobre nutrição e sobre os alimentos, bem como controlar, reduzir ou aumentar de peso corporal, não perca esta oportunidade de receber em sua casa ou no seu trabalho um técnico de Aconselhamento Alimentar, basta fazer o seu pedido via e-mail, para o nosso e-mail, com o seu nome e contacto...Obrigado...
Controlo de Peso...
De uma forma geral, perdas graduais de peso favorecem a redução de depósitos de gordura, limitando a perda de tecidos proteicos vitais e evitando o declínio brusco do metabolismo basal, que surge na rápida redução de peso. O desejável é a perda de 0,6-1 Kg/Semana.
Até breve!!!
Boas Festas!!!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
A hidratação no Indoor Cycling...
SPIN & SPRINT ®
Indoor cycling newsletter #9 Novembro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação de Indoor Cycling Português.
“...A solidão é a marca dos grandes viajantes, dos obstinados, a doença da lucidez. A solidão é o primeiro e o último desafio do homem e começa sempre, sempre, por um referente físico, que funciona como um limite...Estamos sós, irremediavelmente sós...”
Miguel Sousa Tavares
A hidratação no indoor cycling
A prática do indoor cycling aumenta muito a necessidade de ingestão de líquidos, em especial, água.
Para o participante de indoor cycling controlar os seus níveis de hidratação, nunca deve ter sede, aproveitando as transições entre faixas musicais ou pausas específicas para o efeito, mas também fazendo as suas próprias pausas e beber sempre que desejar. Pois, este é um sintoma que surge mais tarde, quando já existe necessidade de líquidos no organismo. No final da sessão, assim como ao longo do dia a urina deverá ser clara e abundante. Por último, se possível seria importante controlar o peso corporal antes e após de cada sessão, para recuperar o mais rapidamente possível o peso perdido através da ingestão de líquidos.
Fica claro que a deficiente ingestão de líquidos é prejudicial à saúde em geral e condiciona negativamente a qualidade da actividade física, seja por via desidratação aguda (após a sessão) quer pela desidratação crónica (ao longo de dias ou semanas). Neste último caso, o organismo vê-se sistematicamente obrigado a recorrer a pequenas quantidades de água que se encontram no interior das células (em particular nos músculos) para compensar o défice daquele líquido no sangue. Este processo pode não ser suficiente para desencadear os mecanismos da sede. No entanto, de forma cumulativa, os músculos, tendões e ligamntos perdem as suas características.
Um participante de indoor cycling com hidratação deficitária, para além de atingir menor desempenho físico (fadiga precoce, menor capacidade aeróbia, maior frequência cardíaca, menores níveis de concentração, menor efeito de treino) pode correr diversos e sérios riscos de saúde (caimbras, colapso circulatório, insolação, golpe de calor, ruturas musculares, tendinites crónicas).
Alguns participantes colocam frequentemente a questão “o que beber durante a sessão de indoor cycling?”. Se a duração da sessão fôr inferior a uma hora, a água pura é suficiente. Contudo, se a duração da sessão fôr superior a uma hora, é aconselhável a ingestão de água com hidratos de carbono de absorção rápida e electrólitos, para prevenir o aparecimento de fadiga.
Após o final da sessão, e enquanto não chega a hora da refeição, é aconselhável beber uma bebida que, por um lado, reponha os electrólitos perdidos no suor e, simultaneamente, forneça alguma energia ao organismo, promevendo a sua recuperação após o esforço.
Boas Pedaladas!!!
Alimentação, Nutricão e Saúde...
O Homem tem de comer para viver! Esta é uma verdade simples e absoluta! Precisamos de alimentos (nutrientes) para pensarmos, efectuar um movimento, respirar, promover a circulação sanguínea, etc, etc... Contudo, a comida também é determinante para que possamos viver muitos anos e com saúde. Fazendo opções correctas, podemos evitar a maioria dos problemas que consideramos inerentes à velhice. Com uma dieta saudável, exercício físico e sem tabaco, pode-se eliminar até 80% das doenças cardíacas e a maioria dos cancros, segundo investigadores da Universidade de Harvard. Também as cataratas, diabetes, problemas osteo-articulares, e até, malformações no feto podem ser evitadas pela dieta saudável.
Actualmente, quem não ouviu já falar nas gorduras trans? Nos índices glicémicos? Na gordura saturada? No colesterol? No cálcio, ácido fólico, vitaminas C, E e D?
Até à data foram publicados inúmeros trabalhos, em importantes revistas científicas, bem demonstrativos sobre a importância que a alimentação pode ter no aparecimento ou na prevenção de inúmeras doenças crónicas.
Power Plate Training
Treino por Acelaração
A Power Plate produz vibrações mecânicas, a vibração é transferida através do corpo e, inicíam-se uma série de reacções fisiológicas a diferentes níveis (aumento da taxa metabólica, aumento da força muscular, combate a celulite, alívio da dor, aumento da flexibilidade, activação da circulação, melhoria da coordenação e aumento da densidade óssea).
A Power Plate produz vibrações que se sitúam entre os 30 e os 50 Hz, claramente fora do intervalo de frequência do corpo humano (5-15 Hz).
A Power Plate gera um alongamento contínuo especial denominado Reflexo de Vibração Acentuado em todos os músculos envolvidos. Activa 95 a 97% das fibras musculares. Vibra 30 a 50 vezes por segundo, estas contrações musculares involuntárias ocorrem à mesma velocidade.
Durante vários anos temos tentado ficar mais fortes e saudáveis através do treino com pesos. Mas agora existe a Power Plate, onde se altera o factor acelaração em vez do peso, resultando em muito menos tensão sobre os ligamentos e o sistema músculo-esquelético e eliminando as sessões de treino longas e exaustivas.
Se pretender saber mais sobre este método de treino, não hesite, contacte a Master Trainer Sheila Ranchhod.
sheilaranchhod@livingfitness.pt
www.livingfitness.pt
www.powerpalte.com
Sucesso em apenas 15 minutos.
Apenas 15 minutos 3 vezes por semana são suficiente para atingir melhorias significativas.
Nutrition Advisor
Se pretender aumentar os seus conhecimentos sobre nutrição e sobre os alimentos, bem como controlar, reduzir ou aumentar de peso corporal, não perca esta oportunidade de receber em sua casa ou no seu trabalho um técnico de Aconselhamento Alimentar, basta fazer o seu pedido via e-mail, para o nosso e-mail, com o seu nome e contacto...Obrigado...
Controlo de Peso...
Por que é que, apesar do ênfase dado aos riscos de saúde associados à obesidade e à existência de um cem número de tratamentos, é tão difícil ser-se bem sucedido na perda e manutenção de peso?
A resposta é simples: a maioria dos tratamentos para a obesidade dizem às pessoas o que devem fazer, mas não como mudar o seu comportamento/estilo de vida. Para além disto, muitas pessoas que tentam perder peso prendem-se a aspectos específicos, tais como, dieta ou exercício, suplementos ou medicamentos. No entanto, o aumento de peso é uma consequência de um conjunto de factores ambientais, biológicos e comportamentais...
Até breve!!!
Indoor cycling newsletter #9 Novembro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação de Indoor Cycling Português.
“...A solidão é a marca dos grandes viajantes, dos obstinados, a doença da lucidez. A solidão é o primeiro e o último desafio do homem e começa sempre, sempre, por um referente físico, que funciona como um limite...Estamos sós, irremediavelmente sós...”
Miguel Sousa Tavares
A hidratação no indoor cycling
A prática do indoor cycling aumenta muito a necessidade de ingestão de líquidos, em especial, água.
Para o participante de indoor cycling controlar os seus níveis de hidratação, nunca deve ter sede, aproveitando as transições entre faixas musicais ou pausas específicas para o efeito, mas também fazendo as suas próprias pausas e beber sempre que desejar. Pois, este é um sintoma que surge mais tarde, quando já existe necessidade de líquidos no organismo. No final da sessão, assim como ao longo do dia a urina deverá ser clara e abundante. Por último, se possível seria importante controlar o peso corporal antes e após de cada sessão, para recuperar o mais rapidamente possível o peso perdido através da ingestão de líquidos.
Fica claro que a deficiente ingestão de líquidos é prejudicial à saúde em geral e condiciona negativamente a qualidade da actividade física, seja por via desidratação aguda (após a sessão) quer pela desidratação crónica (ao longo de dias ou semanas). Neste último caso, o organismo vê-se sistematicamente obrigado a recorrer a pequenas quantidades de água que se encontram no interior das células (em particular nos músculos) para compensar o défice daquele líquido no sangue. Este processo pode não ser suficiente para desencadear os mecanismos da sede. No entanto, de forma cumulativa, os músculos, tendões e ligamntos perdem as suas características.
Um participante de indoor cycling com hidratação deficitária, para além de atingir menor desempenho físico (fadiga precoce, menor capacidade aeróbia, maior frequência cardíaca, menores níveis de concentração, menor efeito de treino) pode correr diversos e sérios riscos de saúde (caimbras, colapso circulatório, insolação, golpe de calor, ruturas musculares, tendinites crónicas).
Alguns participantes colocam frequentemente a questão “o que beber durante a sessão de indoor cycling?”. Se a duração da sessão fôr inferior a uma hora, a água pura é suficiente. Contudo, se a duração da sessão fôr superior a uma hora, é aconselhável a ingestão de água com hidratos de carbono de absorção rápida e electrólitos, para prevenir o aparecimento de fadiga.
Após o final da sessão, e enquanto não chega a hora da refeição, é aconselhável beber uma bebida que, por um lado, reponha os electrólitos perdidos no suor e, simultaneamente, forneça alguma energia ao organismo, promevendo a sua recuperação após o esforço.
Boas Pedaladas!!!
Alimentação, Nutricão e Saúde...
O Homem tem de comer para viver! Esta é uma verdade simples e absoluta! Precisamos de alimentos (nutrientes) para pensarmos, efectuar um movimento, respirar, promover a circulação sanguínea, etc, etc... Contudo, a comida também é determinante para que possamos viver muitos anos e com saúde. Fazendo opções correctas, podemos evitar a maioria dos problemas que consideramos inerentes à velhice. Com uma dieta saudável, exercício físico e sem tabaco, pode-se eliminar até 80% das doenças cardíacas e a maioria dos cancros, segundo investigadores da Universidade de Harvard. Também as cataratas, diabetes, problemas osteo-articulares, e até, malformações no feto podem ser evitadas pela dieta saudável.
Actualmente, quem não ouviu já falar nas gorduras trans? Nos índices glicémicos? Na gordura saturada? No colesterol? No cálcio, ácido fólico, vitaminas C, E e D?
Até à data foram publicados inúmeros trabalhos, em importantes revistas científicas, bem demonstrativos sobre a importância que a alimentação pode ter no aparecimento ou na prevenção de inúmeras doenças crónicas.
Power Plate Training
Treino por Acelaração
A Power Plate produz vibrações mecânicas, a vibração é transferida através do corpo e, inicíam-se uma série de reacções fisiológicas a diferentes níveis (aumento da taxa metabólica, aumento da força muscular, combate a celulite, alívio da dor, aumento da flexibilidade, activação da circulação, melhoria da coordenação e aumento da densidade óssea).
A Power Plate produz vibrações que se sitúam entre os 30 e os 50 Hz, claramente fora do intervalo de frequência do corpo humano (5-15 Hz).
A Power Plate gera um alongamento contínuo especial denominado Reflexo de Vibração Acentuado em todos os músculos envolvidos. Activa 95 a 97% das fibras musculares. Vibra 30 a 50 vezes por segundo, estas contrações musculares involuntárias ocorrem à mesma velocidade.
Durante vários anos temos tentado ficar mais fortes e saudáveis através do treino com pesos. Mas agora existe a Power Plate, onde se altera o factor acelaração em vez do peso, resultando em muito menos tensão sobre os ligamentos e o sistema músculo-esquelético e eliminando as sessões de treino longas e exaustivas.
Se pretender saber mais sobre este método de treino, não hesite, contacte a Master Trainer Sheila Ranchhod.
sheilaranchhod@livingfitness.pt
www.livingfitness.pt
www.powerpalte.com
Sucesso em apenas 15 minutos.
Apenas 15 minutos 3 vezes por semana são suficiente para atingir melhorias significativas.
Nutrition Advisor
Se pretender aumentar os seus conhecimentos sobre nutrição e sobre os alimentos, bem como controlar, reduzir ou aumentar de peso corporal, não perca esta oportunidade de receber em sua casa ou no seu trabalho um técnico de Aconselhamento Alimentar, basta fazer o seu pedido via e-mail, para o nosso e-mail, com o seu nome e contacto...Obrigado...
Controlo de Peso...
Por que é que, apesar do ênfase dado aos riscos de saúde associados à obesidade e à existência de um cem número de tratamentos, é tão difícil ser-se bem sucedido na perda e manutenção de peso?
A resposta é simples: a maioria dos tratamentos para a obesidade dizem às pessoas o que devem fazer, mas não como mudar o seu comportamento/estilo de vida. Para além disto, muitas pessoas que tentam perder peso prendem-se a aspectos específicos, tais como, dieta ou exercício, suplementos ou medicamentos. No entanto, o aumento de peso é uma consequência de um conjunto de factores ambientais, biológicos e comportamentais...
Até breve!!!
As fases de uma sessão de Indoor Cycling...
SPIN & SPRINT®
Indoor cycling newsletter #8 / Outubro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação do Indoor Cycling.
“...Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu não fosse quem sou...descobri que sou mais eficaz quando me posso ouvir a mim mesmo aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo...”
Carl R. Rogers
Fases de uma sessão de Indoor Cycling...
Para que uma sessão de indoor cycling seja realmente eficaz e segura, na sua estrutura, deverão ser sempre incluídas as seguintes fases: 1ª Fase – Aquecimento; 2ª Fase – Desenvolvimento das resistências cardiorespiratória e muscular; 3ª Fase – Retorno à calma; 4ª Alongamentos.
1ª Fase – Aquecimento
Como qualquer actividade física, também o indoor cycling deve ser iniciado pelo aquecimento. Esta fase da sessão deve ter uma duração mínima de 5 minutos a 10 minutos, com o objectivo de activar e preparar o organismo física e psicologicamente para intensidades de esforço mais elevadas a atingir na fase principal da sessão, através de um aumento da frequência cardíaca, do fluxo sanguíneo e da temperatura corporal e preparando os princípais grupos musculares e articulações envolvidas nas técnicas a realizar.
2ª Fase – Desenvolvimento
A duração desta fase em média ronda os 35 minutos, mas poderá atingir os 45 minutos em caso de aulas de Alto Rendimento, durante as quais poderão ser utilizadas todas as técnicas anteriormente descritas na newsletters nº6 e 7, tendo em conta o perfil dos participantes e os seus objectivos.
As técnicas selecionadas de acordo com o ritmo e estrutura da música, leverão a que os participantes pedalem a cadências várias. As diferentes velocidades (cadências) permitirão alternar altas e baixas intensidades de esforço em conjugação com a variação da tensão aplicada na roda, proporcionando aos participantes a execução das técnicas de forma segura e motivante e garantindo os tão desejados benefícios físicos e psíquicos.
3ª Fase – Retorno à calma
Esta fase deve ter no máximo 5 minutos de duração. Pois, torna-se notório que a partir dos 3 a 4 minutos do retorno à calma os participantes entram em aborrecimento, especialmente se a música não fôr agradável.
Após uma fase tão estimulante como a fase principal, o objectivo do retorno à calma é normalizar fisiológicamente e psicologicamente o organismo.
4ª Fase – Alongamentos
Tendo em consideração que o principal objectivo do alongamento muscular é o de afastar as extremidades
musculares encurtadas através do exercício físico, pretende-se proprocionar aos grupos musculares mais solicitados durante a sessão de indoor cycling, um regresso o mais aproximado possível à condição em que se encontravam antes do início da sessão. Assim, em especial, os glúteos, os quadricípetes, os ísqueo-tibiais, os gémeos, os deltóides e os músculos da zona cervical e lombar, deverão ser alongados de forma activa e estática no final de cada sessão.
Boas Pedaladas!!!
Indoor cycling newsletter #8 / Outubro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação do Indoor Cycling.
“...Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu não fosse quem sou...descobri que sou mais eficaz quando me posso ouvir a mim mesmo aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo...”
Carl R. Rogers
Fases de uma sessão de Indoor Cycling...
Para que uma sessão de indoor cycling seja realmente eficaz e segura, na sua estrutura, deverão ser sempre incluídas as seguintes fases: 1ª Fase – Aquecimento; 2ª Fase – Desenvolvimento das resistências cardiorespiratória e muscular; 3ª Fase – Retorno à calma; 4ª Alongamentos.
1ª Fase – Aquecimento
Como qualquer actividade física, também o indoor cycling deve ser iniciado pelo aquecimento. Esta fase da sessão deve ter uma duração mínima de 5 minutos a 10 minutos, com o objectivo de activar e preparar o organismo física e psicologicamente para intensidades de esforço mais elevadas a atingir na fase principal da sessão, através de um aumento da frequência cardíaca, do fluxo sanguíneo e da temperatura corporal e preparando os princípais grupos musculares e articulações envolvidas nas técnicas a realizar.
2ª Fase – Desenvolvimento
A duração desta fase em média ronda os 35 minutos, mas poderá atingir os 45 minutos em caso de aulas de Alto Rendimento, durante as quais poderão ser utilizadas todas as técnicas anteriormente descritas na newsletters nº6 e 7, tendo em conta o perfil dos participantes e os seus objectivos.
As técnicas selecionadas de acordo com o ritmo e estrutura da música, leverão a que os participantes pedalem a cadências várias. As diferentes velocidades (cadências) permitirão alternar altas e baixas intensidades de esforço em conjugação com a variação da tensão aplicada na roda, proporcionando aos participantes a execução das técnicas de forma segura e motivante e garantindo os tão desejados benefícios físicos e psíquicos.
3ª Fase – Retorno à calma
Esta fase deve ter no máximo 5 minutos de duração. Pois, torna-se notório que a partir dos 3 a 4 minutos do retorno à calma os participantes entram em aborrecimento, especialmente se a música não fôr agradável.
Após uma fase tão estimulante como a fase principal, o objectivo do retorno à calma é normalizar fisiológicamente e psicologicamente o organismo.
4ª Fase – Alongamentos
Tendo em consideração que o principal objectivo do alongamento muscular é o de afastar as extremidades
musculares encurtadas através do exercício físico, pretende-se proprocionar aos grupos musculares mais solicitados durante a sessão de indoor cycling, um regresso o mais aproximado possível à condição em que se encontravam antes do início da sessão. Assim, em especial, os glúteos, os quadricípetes, os ísqueo-tibiais, os gémeos, os deltóides e os músculos da zona cervical e lombar, deverão ser alongados de forma activa e estática no final de cada sessão.
Boas Pedaladas!!!
SPIN & SPRINT®
Indoor cycling newsletter #7 / Setembro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação do Indoor Cycling.
“...Todos os seres, todos os acontecimentos da tua vida, existem porque os convocaste, de ti depende o que deles irás fazer...”
Richard Bach
Técnicas/Posturas mais utilizadas em Indoor Cycling...
PLANO
Em indoor cycling, tal como no ciclismo de exterior,a técnica de pedalar sentado em terreno plano é a base desta actividade e de todos os programas/métodos existentes no mercado. Pois, esta técnica facilita a sincronização da r.p.m.(rotações por minuto) com a b.p.m. (batidas por minuto) da música e proporciona um maior controlo do movimento da articulação do tornozelo e sem que exista tensão excessiva sobre a articulação do joelho e parte superior da coxa. Portanto, aconselha-se a que os participantes principiantes, sobretudo aqueles que evidenciam excesso de peso ou qualquer problema de saúde para o qual seja contra indicado as mudanças constantes de posições e de intensidade do esforço, numa primeira fase ou mesmo durante praticamente toda a sessão, privilegiem a utilização desta técnica. Numa fase mais avançada do programa de treino estes participantes poderão continuar a pedalar sentados variando apenas a resistência e a r.p.m., mesmo que os restantes participantes realizem deferentes técnicas.
Em termos de postura corporal, esta técnica deverá ser realizada de forma descontraída, permitindo assim uma cadência de pedalada (r.p.m.) assinalável. No contacto com o selim, os músculos nadegueiros deverão apoiar solidamente a meio do mesmo. O movimento da pedalada deve ser natural, de tal modo que na fase de extensão do joelho, a ponta do pé se encontre direccionada para o solo. Como foi referido na newsletter nº6/2007, a posição de mãos 1 é a mais utilizada durante a realização desta técnica.
Tal como nas restantes técnicas, a r.p.m. deverá ser adaptada ao nível de condição física e técnica dos participantes, de modo a garantir segurança e eficácia ao longo da sessão. É aconselhável não ultrapassar as 110 r.p.m..
Tipos de utilização desta técnica: Adaptação; Aquecimento; Treino intenso; Recuperação/Pausa activa; Transição entre técnicas; Retorno à calma.
Erros típicos e consequências: Efeito de “ricochete” sobre o selim quando em r.p.m. excessiva; Hiperextensão dos membros superiores; Fadiga a nível cervical e do músculo trapézio.
Correcções: Descontrair ombros; Flectir cotovelos; Exercícios de mobilidade articular; Concentração numa posição estável sobre o selim; Maior controlo sobre as articulações dos membros inferiores; Aumentar a resistência.
SUBIDA SENTADO
Devido ao contacto permanente com o selim durante a realização desta técnica, é exigido ao participante uma grande concentração durante cada ciclo de pedalada. Pois, a solicitação muscular encontra-se muito localizada sobre os músculos nadegueiros e grupos musculares das coxas, sobretudo, quadrícipede e isquio-tibiais.
Ainda relativamente ao apoio sobre o selim, este é realizado preferencialmente com os músculos nadegueiros em contacto com a parte posterior do mesmo.
Em termos de posturas corporais, a posição de mãos a adoptar é a posição 2, durante a qual as mãos deverão encontrar-se afastadas de modo a facilitar a respiração. O tronco deverá estar o mais descontraído possível, os cotovelos flectidos e orientados em direcção aos joelhos e os antebraços paralelos ao solo.
A r.p.m. a propor deverá ser reduzida em conjugação com a acentuada resistência, de modo que o esforço exigido seja considerável. Para uma solicitação muscular elevada a r.p.m. deverá rondar as 60 r.p.m..
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Treino intenso.
Erros típicos e consequências: Cabeça caída para baixo; Hiperextensão dos braços; Apoio na ponta do selim; Calcanhares permanentemente elevados.
Correcções: Olhar dirigido em frente; Flexão dos cotovelos; Recuo dos nadegueiros; Direccionar os calcanhares para baixo.
SALTO
Para realizar correctamente esta técnica, o particiopante deverá pedalar por breves instantes e regularmente, em pé (a uma distância muito próxima do selim) e sentado, adoptsndo a posição de mãos 2. A realização desta técnica não deve impedir que o tronco se mantenha numa posição centrada, sempre que se pedala em pé. Assim, o tronco deverá encontrar-se ligeiramente flectido em direcção ao solo, mas de tal modo que não avance excessivamente em relação ao selim, nem se incline muito para a frente. Portanto, deve-se evitar que o peso do corpo incida sobre as articulações dos ombros, pulsos e joelhos. Quanto aos músculos nadegueiros, estes devm tocar suavemente na parte anterior do selim durante a fase descendente da pedalada, sem oscilação lateral da anca e mantendo a cabeça no prelongamento da coluna vertebral.
A fase de descida e contacto com o selim para pedalar sentado deverá realizar-se de forma suave, como que deslizando os músculos nadegueiros sobre o selim. Tornando esta precaução, evitar-se-á o risco de traumatismos nos músculos nadegueiros, causados pelo impacto destes com o selim, bem como o risco de esmagamento dos discos inter-vertebrais na zona lombar.
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Fases menos intensas da faixa musical; Aprendizagem de outras técnicas (desnivelado e corrida); Transição entre técnicas mais exigentes.
Erros típicos e consequências: Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Contacto violento sobre o selim.
Correcções: Elevar os nadegueiros apenas alguns centímetros em relação ao selim; Elevar-se do selim apenas na vertical; Subir o guiador; Deslizar sobre o selim; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca.
DESNIVELADO
Após a correcta aprendizagem da técnica salto, a execução técnica do desnivelado encontrar-se-á facilitada. Embora em termos de intensidade do esforço e de concentração o desnivelado seja mais exigente para o participante, a realização desta técnica também é mais motivante.
Em termos de postura corporal e de posição de mãos (posição 2), esta técnica é idêntica ao salto. Em termos de objectivo técnico, pretende-se por exemplo simular a passagem por terreno irregular ou a superação de uma pequena inclinação, o que proporciona o pedalar sentado e fora do selim, mantendo uma r.p.m. constante, utilizando combinações, regulares, irregulares, em termos de duração em pé e sentado, a diferença desta técnica para o salto é que nesta técnica permanecemos mais tempo de pé ou sentado alternadamente. Estas combinações podem depender da estrutura da música e/ou da criatividade do instrutor.
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Fases da faixa musical com intensidade média; Transição entre técnicas mais exigentes.
Erros típicos e consequências: Perda do ritmo da pedalada nos principiantes; Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Contacto violento sobre o selim; Fadiga do quadrícipede.
Correcções: Iniciar com um disnivelado mais lento (r.p.m.); Elevar os nadegueiros apenas alguns centímetros em relação ao selim; Elevar-se do selim apenas na vertical; Subir o guiador; Deslizar sobre o selim; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca.
CORRIDA
A técnica corrida, em termos de posturas corporais e posição das mãos é idêntica às técnicas salto e desnivelado.
A diferença da corrida para as técnicas anteriormente referidas reside no facto de se pedalar em pé.
SUBIDA EM PÉ
A técnica subida em pé é, simultaneamente, uma das técnicas do indoor cycling mais exigentes física e psicologicamente, mas também, das mais estimulantes. Pois, ao ritmo de uma música agradável e com batida intensa, o participante irá aumentar de forma substancial a intensidade do esforço, como consequência da mudança da posição de pedalar e do aumento da carga. Por outro lado, permitirá aliviar um pouco os músculos mais solicitados durante a fase de pedalar sentado.
A resistência a aplicar na roda deverá limitar a cadência da pedalada às 80r.p.m., sabendo de antemão que, para se atingir uma solicitação muscular mais intensa a cadência deverá rondar as 60r.p.m..
Aconselha-se a proporcionar esta técnica aos participantes de uma forma progressiva, tanto na duração das faixas musicais, como nos incrementos de carga, com o objectivo de evitar um aumento excessivo da intensidade do esforço com consequências negativas ao vível da zona lombar devido à sobrecarga nas articulações da anca e joelho. Pois, ao colocar-se as mãos na posição 3, e fixando as ancas numa posição próxima do selim, o corpo ficará alongado. Posição esta que poderá ser contra-indicada para alguns participantes com problemas na coluna, sobretudo se a sua utilização se prolongar bastante. Neste caso poder-se-´s propor a adopção da posição de mãos 2.
Um dos aspectos técnicos que se discute na subida em pé é o da utilização ou não de uma oscilação lateral sobre a bicicleta. Tendo em conta que se trata de indoor cycling e a bicicleta é estacionária, por uma questão de segurança (evitar que a bicileta oscile demasiado e altere o seu posicionamento) será preferível adoptar uma postura que não seja demasiado dinâmica sobre a bicicleta edesta forma solicitar mais eficazmente os músculos nadegueiros.
Tipos de utilização: Fases da sessão com intensidade de esforço mais acentuada.
Erros típicos e consequências: Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Fadiga dos músculos quadrícipedes; Hiperextensão do joelho; Sobrecarga na zona lombar.
Correcções: Manter os nadegueiros sobre a ponta do selim; Subir o guiador; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca; Contracção constante/permanente dos músculos abdominais; Os calcanhares empurram direccionados para baixo; Utilizar posição de mãos 2.
PROGRESSÃO
A técnica progressão tem como princípio básico o aumento da resistência e a manutenção da r.p.m., podendo ser conjugada com qualquer uma das écnicas anteriormente referidas e respectivas posições de mãos, com a excepção da técnica Acelaração/Sprint.
Tipos de utilização: Fases da sessão com intensidade do esforço mais acentuada.
Erros típicos/consequências/correcções: Dependente da técnica utilizada.
ACELARAÇÃO/SPRINT
Esta técnica baseia-se na alteração da velocidade de pedalada após incremento da carga, executada na posição de pé ou sentado, smulando, por exemplo, um sprint, tal como se utiliza nas tentativas de fuga, chegadas à meta ou simples mudanças de ritmo típicas do ciclismo de exterior. Normalmente, ao realizar esta técnica, sugere-se ao participante que pedale utilizando a máxima r.p.m. possível num determinado período de tempo. Mas, como bem sabemos, raramente temos ciclistas de competição nas nossas sessões. Por outro lado, é inútil e, possivelmente perigoso para o participante comum realizar este tipo de técnica dessa forma. Ainda assim, podemos propor aos nossos participantes a realização da acelaração/sprint, seguindo o seguinte princípio: Após o incremento de carga substancial e durante um intervalo de tempo curto, o perticipante acelera a cadência da pedalada, sem a obrogatoriedade de atingir a máxima r.p.m. que estiver ao seu alcance ou duplicar a velocidade do ciclo de pedalada na posição de sentado ou em pé.
Tomando estas precauções de segurança, os participantes poderão realizar esta estimulante técnica em conjugação com as técnicas subida sentado (posição de mãos 2) ou plano e subida em pé (posição de mãos 3).
Ao realizar a acelaração/sprint, quando a força estiver a ser aplicada nos pedais, dever-se-á acelar a velocidade da pedalada para concentrar o trabalho muscular apenas sobre os membros inferiores, devendo os músculos abdominais encontrar-se contraídos, as mãos bem apoiadas sobre o guiador e a cabeça alinhada no prelongamento da coluna.
Tipos de utilização: Fases da sessão com intensidade do esforço mais acentuada.
Erros típicos/consequências/correcções: Dependente da técnica utilizada.
Boas Pedaladas!!!
News...
Newsletters 2007 Editadas...
Março
Nº1 – “Apresentação e Conceito SPIN & SPRINT”
Abril
Nº2 – “A História do Indoor Cycling/SPIN & SPRINT”
Maio
Nº3 – “Spin Bike/Intensidade/Técnicas”
Junho
Nº4 – “Ajustamento do Spin Bike ao participante”
Julho
Nº5 – “SPIN & SPRINT coaching”
Agosto
Nº6 – “Posições de mãos mais utilizadas”
Indoor cycling newsletter #7 / Setembro 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação do Indoor Cycling.
“...Todos os seres, todos os acontecimentos da tua vida, existem porque os convocaste, de ti depende o que deles irás fazer...”
Richard Bach
Técnicas/Posturas mais utilizadas em Indoor Cycling...
PLANO
Em indoor cycling, tal como no ciclismo de exterior,a técnica de pedalar sentado em terreno plano é a base desta actividade e de todos os programas/métodos existentes no mercado. Pois, esta técnica facilita a sincronização da r.p.m.(rotações por minuto) com a b.p.m. (batidas por minuto) da música e proporciona um maior controlo do movimento da articulação do tornozelo e sem que exista tensão excessiva sobre a articulação do joelho e parte superior da coxa. Portanto, aconselha-se a que os participantes principiantes, sobretudo aqueles que evidenciam excesso de peso ou qualquer problema de saúde para o qual seja contra indicado as mudanças constantes de posições e de intensidade do esforço, numa primeira fase ou mesmo durante praticamente toda a sessão, privilegiem a utilização desta técnica. Numa fase mais avançada do programa de treino estes participantes poderão continuar a pedalar sentados variando apenas a resistência e a r.p.m., mesmo que os restantes participantes realizem deferentes técnicas.
Em termos de postura corporal, esta técnica deverá ser realizada de forma descontraída, permitindo assim uma cadência de pedalada (r.p.m.) assinalável. No contacto com o selim, os músculos nadegueiros deverão apoiar solidamente a meio do mesmo. O movimento da pedalada deve ser natural, de tal modo que na fase de extensão do joelho, a ponta do pé se encontre direccionada para o solo. Como foi referido na newsletter nº6/2007, a posição de mãos 1 é a mais utilizada durante a realização desta técnica.
Tal como nas restantes técnicas, a r.p.m. deverá ser adaptada ao nível de condição física e técnica dos participantes, de modo a garantir segurança e eficácia ao longo da sessão. É aconselhável não ultrapassar as 110 r.p.m..
Tipos de utilização desta técnica: Adaptação; Aquecimento; Treino intenso; Recuperação/Pausa activa; Transição entre técnicas; Retorno à calma.
Erros típicos e consequências: Efeito de “ricochete” sobre o selim quando em r.p.m. excessiva; Hiperextensão dos membros superiores; Fadiga a nível cervical e do músculo trapézio.
Correcções: Descontrair ombros; Flectir cotovelos; Exercícios de mobilidade articular; Concentração numa posição estável sobre o selim; Maior controlo sobre as articulações dos membros inferiores; Aumentar a resistência.
SUBIDA SENTADO
Devido ao contacto permanente com o selim durante a realização desta técnica, é exigido ao participante uma grande concentração durante cada ciclo de pedalada. Pois, a solicitação muscular encontra-se muito localizada sobre os músculos nadegueiros e grupos musculares das coxas, sobretudo, quadrícipede e isquio-tibiais.
Ainda relativamente ao apoio sobre o selim, este é realizado preferencialmente com os músculos nadegueiros em contacto com a parte posterior do mesmo.
Em termos de posturas corporais, a posição de mãos a adoptar é a posição 2, durante a qual as mãos deverão encontrar-se afastadas de modo a facilitar a respiração. O tronco deverá estar o mais descontraído possível, os cotovelos flectidos e orientados em direcção aos joelhos e os antebraços paralelos ao solo.
A r.p.m. a propor deverá ser reduzida em conjugação com a acentuada resistência, de modo que o esforço exigido seja considerável. Para uma solicitação muscular elevada a r.p.m. deverá rondar as 60 r.p.m..
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Treino intenso.
Erros típicos e consequências: Cabeça caída para baixo; Hiperextensão dos braços; Apoio na ponta do selim; Calcanhares permanentemente elevados.
Correcções: Olhar dirigido em frente; Flexão dos cotovelos; Recuo dos nadegueiros; Direccionar os calcanhares para baixo.
SALTO
Para realizar correctamente esta técnica, o particiopante deverá pedalar por breves instantes e regularmente, em pé (a uma distância muito próxima do selim) e sentado, adoptsndo a posição de mãos 2. A realização desta técnica não deve impedir que o tronco se mantenha numa posição centrada, sempre que se pedala em pé. Assim, o tronco deverá encontrar-se ligeiramente flectido em direcção ao solo, mas de tal modo que não avance excessivamente em relação ao selim, nem se incline muito para a frente. Portanto, deve-se evitar que o peso do corpo incida sobre as articulações dos ombros, pulsos e joelhos. Quanto aos músculos nadegueiros, estes devm tocar suavemente na parte anterior do selim durante a fase descendente da pedalada, sem oscilação lateral da anca e mantendo a cabeça no prelongamento da coluna vertebral.
A fase de descida e contacto com o selim para pedalar sentado deverá realizar-se de forma suave, como que deslizando os músculos nadegueiros sobre o selim. Tornando esta precaução, evitar-se-á o risco de traumatismos nos músculos nadegueiros, causados pelo impacto destes com o selim, bem como o risco de esmagamento dos discos inter-vertebrais na zona lombar.
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Fases menos intensas da faixa musical; Aprendizagem de outras técnicas (desnivelado e corrida); Transição entre técnicas mais exigentes.
Erros típicos e consequências: Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Contacto violento sobre o selim.
Correcções: Elevar os nadegueiros apenas alguns centímetros em relação ao selim; Elevar-se do selim apenas na vertical; Subir o guiador; Deslizar sobre o selim; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca.
DESNIVELADO
Após a correcta aprendizagem da técnica salto, a execução técnica do desnivelado encontrar-se-á facilitada. Embora em termos de intensidade do esforço e de concentração o desnivelado seja mais exigente para o participante, a realização desta técnica também é mais motivante.
Em termos de postura corporal e de posição de mãos (posição 2), esta técnica é idêntica ao salto. Em termos de objectivo técnico, pretende-se por exemplo simular a passagem por terreno irregular ou a superação de uma pequena inclinação, o que proporciona o pedalar sentado e fora do selim, mantendo uma r.p.m. constante, utilizando combinações, regulares, irregulares, em termos de duração em pé e sentado, a diferença desta técnica para o salto é que nesta técnica permanecemos mais tempo de pé ou sentado alternadamente. Estas combinações podem depender da estrutura da música e/ou da criatividade do instrutor.
Tipos de utilização: Complemento ao aquecimento; Fases da faixa musical com intensidade média; Transição entre técnicas mais exigentes.
Erros típicos e consequências: Perda do ritmo da pedalada nos principiantes; Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Contacto violento sobre o selim; Fadiga do quadrícipede.
Correcções: Iniciar com um disnivelado mais lento (r.p.m.); Elevar os nadegueiros apenas alguns centímetros em relação ao selim; Elevar-se do selim apenas na vertical; Subir o guiador; Deslizar sobre o selim; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca.
CORRIDA
A técnica corrida, em termos de posturas corporais e posição das mãos é idêntica às técnicas salto e desnivelado.
A diferença da corrida para as técnicas anteriormente referidas reside no facto de se pedalar em pé.
SUBIDA EM PÉ
A técnica subida em pé é, simultaneamente, uma das técnicas do indoor cycling mais exigentes física e psicologicamente, mas também, das mais estimulantes. Pois, ao ritmo de uma música agradável e com batida intensa, o participante irá aumentar de forma substancial a intensidade do esforço, como consequência da mudança da posição de pedalar e do aumento da carga. Por outro lado, permitirá aliviar um pouco os músculos mais solicitados durante a fase de pedalar sentado.
A resistência a aplicar na roda deverá limitar a cadência da pedalada às 80r.p.m., sabendo de antemão que, para se atingir uma solicitação muscular mais intensa a cadência deverá rondar as 60r.p.m..
Aconselha-se a proporcionar esta técnica aos participantes de uma forma progressiva, tanto na duração das faixas musicais, como nos incrementos de carga, com o objectivo de evitar um aumento excessivo da intensidade do esforço com consequências negativas ao vível da zona lombar devido à sobrecarga nas articulações da anca e joelho. Pois, ao colocar-se as mãos na posição 3, e fixando as ancas numa posição próxima do selim, o corpo ficará alongado. Posição esta que poderá ser contra-indicada para alguns participantes com problemas na coluna, sobretudo se a sua utilização se prolongar bastante. Neste caso poder-se-´s propor a adopção da posição de mãos 2.
Um dos aspectos técnicos que se discute na subida em pé é o da utilização ou não de uma oscilação lateral sobre a bicicleta. Tendo em conta que se trata de indoor cycling e a bicicleta é estacionária, por uma questão de segurança (evitar que a bicileta oscile demasiado e altere o seu posicionamento) será preferível adoptar uma postura que não seja demasiado dinâmica sobre a bicicleta edesta forma solicitar mais eficazmente os músculos nadegueiros.
Tipos de utilização: Fases da sessão com intensidade de esforço mais acentuada.
Erros típicos e consequências: Excessivo avanço do corpo, com sobrecarga sobre os joelhos, pulsos e ombros; Fadiga dos músculos quadrícipedes; Hiperextensão do joelho; Sobrecarga na zona lombar.
Correcções: Manter os nadegueiros sobre a ponta do selim; Subir o guiador; Corrigir o participante colocando a mão sobre as costas e/ou anca; Contracção constante/permanente dos músculos abdominais; Os calcanhares empurram direccionados para baixo; Utilizar posição de mãos 2.
PROGRESSÃO
A técnica progressão tem como princípio básico o aumento da resistência e a manutenção da r.p.m., podendo ser conjugada com qualquer uma das écnicas anteriormente referidas e respectivas posições de mãos, com a excepção da técnica Acelaração/Sprint.
Tipos de utilização: Fases da sessão com intensidade do esforço mais acentuada.
Erros típicos/consequências/correcções: Dependente da técnica utilizada.
ACELARAÇÃO/SPRINT
Esta técnica baseia-se na alteração da velocidade de pedalada após incremento da carga, executada na posição de pé ou sentado, smulando, por exemplo, um sprint, tal como se utiliza nas tentativas de fuga, chegadas à meta ou simples mudanças de ritmo típicas do ciclismo de exterior. Normalmente, ao realizar esta técnica, sugere-se ao participante que pedale utilizando a máxima r.p.m. possível num determinado período de tempo. Mas, como bem sabemos, raramente temos ciclistas de competição nas nossas sessões. Por outro lado, é inútil e, possivelmente perigoso para o participante comum realizar este tipo de técnica dessa forma. Ainda assim, podemos propor aos nossos participantes a realização da acelaração/sprint, seguindo o seguinte princípio: Após o incremento de carga substancial e durante um intervalo de tempo curto, o perticipante acelera a cadência da pedalada, sem a obrogatoriedade de atingir a máxima r.p.m. que estiver ao seu alcance ou duplicar a velocidade do ciclo de pedalada na posição de sentado ou em pé.
Tomando estas precauções de segurança, os participantes poderão realizar esta estimulante técnica em conjugação com as técnicas subida sentado (posição de mãos 2) ou plano e subida em pé (posição de mãos 3).
Ao realizar a acelaração/sprint, quando a força estiver a ser aplicada nos pedais, dever-se-á acelar a velocidade da pedalada para concentrar o trabalho muscular apenas sobre os membros inferiores, devendo os músculos abdominais encontrar-se contraídos, as mãos bem apoiadas sobre o guiador e a cabeça alinhada no prelongamento da coluna.
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Nº6 – “Posições de mãos mais utilizadas”
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Indoor cycling newsletter #6 / Agosto 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint! Eis a compilação do Indoor Cycling.
“No início da vida, cada um de nós recebe um bloco de mármore e as ferramentas necessárias para dele fazer uma escultura. Podemos arrastá-lo intacto aos nossos pés, podemos reduzi-lo a pó, ou podemos dar-lhe uma forma gloriosa...”
Richard Bach
Posições de mãos...
As três posições de mãos propostas são extremamente simples e fáceis de aprender, sendo em tudo semelhantes às adoptadas pelos ciclistas de estrada e de bicicletas de todo-o-terreno, variando a sua utilização em função das técnicas propostas pelo instrutor.
A progressão na utilização das posições de mãos de 1 a 3 encontra-se directamente relacionada com o progressivo aumento da intensidade do esforço em consonância com a exigência técnica.
As três posições de mãos propostas podem ser utilizadas em todos os modelos de guiadores. Portanto, podem ser consideradas universais.
No fundo, esta variação dos apoios das mãos sem exercer pressão ou agarrar o guiador irá permitir uma diminuição da sobrecarga sobre os ombros, cotovelos e pulsos. No que respeita a estas zonas do corpo, devem encontrar-se descontraídas, com especial atenção para a ligeira flexão dos cotovelos, evintando--se a hiperextensão dos pulsos, de modo a reduzir o risco de aparecimento de lesões.
Posição 1
Quando se utiliza a posição de mãos 1, as palmas das mãos e polegares deverão ser apoiados sobre a barra do guiador mais próxima do corpo do participante e muito próximas uma da outra. Esta posição é utilizada para realizar a técnica Plano.
Posição 2
A posição de mãos 2 é em quase tudo idêntica à anterior, com uma única diferença: as palmas das mãos serão apoiadas sobre as extremidades da barra horizontal do guiador. Esta posição de mãos facilita muito a respiração ao permitir uma maior expansão da caixa torácica, sobretudo quando a intensidade do esforço é mais elevada. Por outro lado, pela distribuição equilibrada dos apoios, garante muita segurança na realização das técnicas de pedalar em pé, tais como salto, desnivelado,corrida, subida em pé, progressão, acelaração ou sprint.
Posição 3
Quando se adopta esta posição, as mãos deverão ser apoiadas suave e descontraidamente nas extremidades do guiador, com os dedos polegares apoiados na parte superior ou inferior dessas extremidades e com os restantes dedos a envolver a parte inferior das mesmas.
Tendo em conta que a posição de mãos 3, a última a ser proposta, será utilizada nas técnicas mais exigentes física e psicológicamente, ou seja, a subida em pé e a acelaração ou sprint, o correcto e descontraído posicionamento de dterminados segmentos corporais assume maior importância. Assim, dedos e cotovelos devem encontrar-se descontraídos, os antebraços posicionados praticamente para lelos ao solo, os pulsos alinhados com o antebraço e os cotovelos orientados para o solo.
Para salvaguardar a segurança do praticante, este deve ser ensinado a realizar a transição entre posições de mãos de forma suave, ritmada e progressiva, ou seja, mudar uma mão de cada vez de modo a manter pelo menos uma das mãos em contacto com o guiador.
Boas Pedaladas!!!
Indoor cycling newsletter #6 / Agosto 2007
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As três posições de mãos propostas são extremamente simples e fáceis de aprender, sendo em tudo semelhantes às adoptadas pelos ciclistas de estrada e de bicicletas de todo-o-terreno, variando a sua utilização em função das técnicas propostas pelo instrutor.
A progressão na utilização das posições de mãos de 1 a 3 encontra-se directamente relacionada com o progressivo aumento da intensidade do esforço em consonância com a exigência técnica.
As três posições de mãos propostas podem ser utilizadas em todos os modelos de guiadores. Portanto, podem ser consideradas universais.
No fundo, esta variação dos apoios das mãos sem exercer pressão ou agarrar o guiador irá permitir uma diminuição da sobrecarga sobre os ombros, cotovelos e pulsos. No que respeita a estas zonas do corpo, devem encontrar-se descontraídas, com especial atenção para a ligeira flexão dos cotovelos, evintando--se a hiperextensão dos pulsos, de modo a reduzir o risco de aparecimento de lesões.
Posição 1
Quando se utiliza a posição de mãos 1, as palmas das mãos e polegares deverão ser apoiados sobre a barra do guiador mais próxima do corpo do participante e muito próximas uma da outra. Esta posição é utilizada para realizar a técnica Plano.
Posição 2
A posição de mãos 2 é em quase tudo idêntica à anterior, com uma única diferença: as palmas das mãos serão apoiadas sobre as extremidades da barra horizontal do guiador. Esta posição de mãos facilita muito a respiração ao permitir uma maior expansão da caixa torácica, sobretudo quando a intensidade do esforço é mais elevada. Por outro lado, pela distribuição equilibrada dos apoios, garante muita segurança na realização das técnicas de pedalar em pé, tais como salto, desnivelado,corrida, subida em pé, progressão, acelaração ou sprint.
Posição 3
Quando se adopta esta posição, as mãos deverão ser apoiadas suave e descontraidamente nas extremidades do guiador, com os dedos polegares apoiados na parte superior ou inferior dessas extremidades e com os restantes dedos a envolver a parte inferior das mesmas.
Tendo em conta que a posição de mãos 3, a última a ser proposta, será utilizada nas técnicas mais exigentes física e psicológicamente, ou seja, a subida em pé e a acelaração ou sprint, o correcto e descontraído posicionamento de dterminados segmentos corporais assume maior importância. Assim, dedos e cotovelos devem encontrar-se descontraídos, os antebraços posicionados praticamente para lelos ao solo, os pulsos alinhados com o antebraço e os cotovelos orientados para o solo.
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Indoor cycling newsletter #5 / Julho 2007
Caro(a) Amigo(a),
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“Não importa se fizemos isto ou aquilo, o que importa é que temos infinitas possibilidades de escolha. Cada uma dessas escolhas traz-nos experiências que nos dão a ver que não somos criaturas tão pequenas como parecemos. Somos expressões interdimensionais da vida, espelhos do espírito...”
Fernão Capelo Gaivota
Spin & Sprint Coaching...
A SPIN & SPRINT COACHING é composta por uma equipa de profissionais experientes na área do Fitness, especializados em Indoor Cycling, aconselhamento técnico, prescrição e treino personalizado no contexto de Ciclismo de estrada e BTT.
A SPIN & SPRINT COACHING surge da necessidade de formar instrutores de Indoor Cycling com uma linha actuação independente, apostando na criação, inovação, variedade e criatividade individual, não obedecendo a pré-coreografias. O nosso programa de formação tem como base o entretenimento e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais e comportamentais à modalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar. É possível pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, percursos reais nacionais, de Dj’s nacionais (video-dance), bem como as maratonas temáticas (indoor/outdoor). Estes são os ingredientes do nosso sucesso que pode também ser o seu. Invista no seu sucesso...
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling é a razão da existência do nosso programa de formação de instrutor de Indoor Cycling (Spin & Sprint Coaching). Aproveitamos essa heterogeneidade e transformamo-la numa satisfação colectiva, através do desafio individual e colectivo do nosso conceito. Se temos pessoas diferentes nas nossas aulas, então temos gostos diferentes, predisposições diferentes, emoções diferentes, condições diferentes, enfim, todos diferentes. Ao contrário de outras propostas de indoor cycling aqui é o professor que constrói a sua aula e escolhe as músicas a utilizar tendo em conta a heterogeneidade da sua turma.
Segurança, efeito de treino e motivação (S.E.M.), é a chave para o sucesso das suas aulas. Nós fornecemos o ponto de partida para o sucesso, o conhecimento técnico-cientifíco dos nossos profissionais, permitindo que cada um dos participantes se sintam parte integrante nas suas aulas.
Os nossos formadores para além de excelentes técnicos de exercício físico e saúde especializados em indoor cycling são também motivadores, incentivadores, criativos, inovadores e posssuidores de conhecimentos técnico-cientificos para o/a tornar num/a presenter de referência.
Formar instrutores de indoor cycling criativos, inovadores e motivadores, não obedecendo a pré-coreografias, mas sim à criação independente e individual de cada presenter, fornecendo todas as ferramentas técnicas para a construção de uma aula de sucesso é a nossa missão.
A assertividade é o lema da nossa formação e instrução como promotores do indoor cycling português...
Espaço Leitor...
O espaço leitor é um espaço onde poderá ver expressa a sua opinião, questão, consultoria técnica e estar a par das novidades e lançamentos da marca. Este espaço é seu, faça uso dele...
News...
A Spin & Sprint pede publicamente desculpa à representante Portuguesa da marca do Johnny G, pelo uso, a título informativo, das suas marcas registadas no texto da nossa newsletter. Já fizemos questão de transmitir ao seu representante que somente o fizemos por julgarmos ser importante transmitir uma das origens do indoor cycling mundial, mas tal não foi visto com bons olhos! Somos humildes e reconhecemos o nosso descuido na referência das marcas na nossa newsletter nº2 (Abril). Afinal ser informativo nem sempre é reconhecido. Isto só demonstra que apesar de pequenos já causamos constragimentos...
O nosso muito obrigado a todos os nossos amigos, colaboradores, participantes e curiosos de indoor cycling...Nós acreditamos no nosso valor Português, somos criativos, inovadores e seguros do nosso conceito...Força para o Indoor Cycling Independente...
Boas Pedaladas!!!
Indoor cycling newsletter #5 / Julho 2007
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A SPIN & SPRINT COACHING é composta por uma equipa de profissionais experientes na área do Fitness, especializados em Indoor Cycling, aconselhamento técnico, prescrição e treino personalizado no contexto de Ciclismo de estrada e BTT.
A SPIN & SPRINT COACHING surge da necessidade de formar instrutores de Indoor Cycling com uma linha actuação independente, apostando na criação, inovação, variedade e criatividade individual, não obedecendo a pré-coreografias. O nosso programa de formação tem como base o entretenimento e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais e comportamentais à modalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar. É possível pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, percursos reais nacionais, de Dj’s nacionais (video-dance), bem como as maratonas temáticas (indoor/outdoor). Estes são os ingredientes do nosso sucesso que pode também ser o seu. Invista no seu sucesso...
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling é a razão da existência do nosso programa de formação de instrutor de Indoor Cycling (Spin & Sprint Coaching). Aproveitamos essa heterogeneidade e transformamo-la numa satisfação colectiva, através do desafio individual e colectivo do nosso conceito. Se temos pessoas diferentes nas nossas aulas, então temos gostos diferentes, predisposições diferentes, emoções diferentes, condições diferentes, enfim, todos diferentes. Ao contrário de outras propostas de indoor cycling aqui é o professor que constrói a sua aula e escolhe as músicas a utilizar tendo em conta a heterogeneidade da sua turma.
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newsletter #4 - Junho 2007
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“Não é o desafio que define quem somos, nem o que somos capazes de fazer. O que nos define é o modo como enfretamos esse desafio, podemos deitar fogo ás ruínas, ou construir um caminho através delas, passo a passo, rumo à liberdade...”
Nada ao Acaso
Ajustamento da Spin Bike à anatomia do participante...
À semelhança do que se passa noutras actividades físicas, a segurança, em geral, e o equilíbrio e colocação do centro de gravidade, em particular, são aspectos muito importantes a considerar quando se inicia a prática do indoor cycling.
Ao utilizar a bicicleta estacionária de indoor cycling para o aquecimento ou regresso à calma, as posições do selim e do guiador poderão não ter grande influência, visto que o tempo de utilização da bicicleta, normalmente, é reduzido (10-15 minutos). Contudo, se pensarmos que uma sessão de indoor cycling dura em média 45 minutos, o ajuste completo e correcto da bicicleta à anatomia do participante é crucial. Mesmo sendo esta uma actividade quase sem impacto, quando se adoptam posturas e se realizam gestos incorrectos repetidamente sobre a bicicleta, poderão surgir alguns problemas ao nível da coluna vertebral e nas articulações da anca, joelho e tornozelo. Assim, o correcto posicionamento sobre a bicicleta irá permitir que o participante realize a sessão numa base de segurança, conforto e consequentemente aumento da eficiência motora.
Ajustamento Vertical do selim
O primeiro ajuste a ser realizado deve ser o ajuste vertical do selim. Para tal, o participante, de pé e ao lado da bicicleta, toma como referência a crista ilíaca antero-superior, ajustando a altura do selim a esse ponto anatómico. É importante não esquecer de apertar bem o sistema de ajuste vertical do selim antes de se sentar na bicicleta.
A segunda referência para que o ajuste vertical do selim seja correcto, é conferida com o participante sentado na bicicleta, apoiando o calcanhar no pedal e pressionando-o para baixo, mantendo o pé paralelo ao solo. Nessa fase, a articulação do joelho deverá encontrar-se ligeiramente flectida (cerca de 15 a 20º de flexão).
Em termos de prevenção de lesões, é de evitar o ajustamento do selim numa posição muito elevaa, o que provocará uma oscilação lateral excessiva das ancas, cujas consequências a longo prazo serão os problemas na zona sacro-lombar. Por outro lado, quando o selim fica ajustado numa posição muito baixa, terá como consequência directa um ângulo de
flexão da articulação do joelho superior a 90º, daí resultando uma pressão acrescida do fémur sobre a rótula, originando atrito articular excessivo e o consequente desgaste da cartilagem, podendo favorecer o aparecimento de lesões como as condilopatias rotulianas e a inflamação dos tendões rotuliano e quadricipital.
Ajustamento Longitudinal do selim
O ajustamento horizontal do selim deve ser realizado com o participante sentado sobre o selim e com os pés apoiados sobre os pedais, embora sem apertar a correia de segurança. Mantendo os dois pés exactamente ao mesmo nível e paralelos ao solo, as articulações do joelho e tornozelo deverão encontrar-se alinhadas verticalmente. De modo a formarem um ângulo de 90º com uma linha horizontal imaginária que passa pelo centro do joelho. Ou seja, a extremidade da articulação do joelho não deve encontrar-se mais avançada que a ponta do pé e a zona média do pé (metatarso) deve estar posicionada exactamente no centro do pedal. É certo que podem ser muitos os preciosismos, mas desta forma haverá uma maior solicitação dos músculos flexores e extensores do joelho. Sem risco de lesão para os seus ligamentos colaterais, os quais quando sujeitos a uma hiperextensão dos joelhos e pedalando com elevada cadência, estão sujeitos a alguns micro-traumatismos.
À semelhança do que foi referido para o ajustamento vertical, também no ajustamento horizontal do selim caso oselim se encontre muito avançado, o participante poderá sentir tensão nos músculos de suporte da coluna vertebral, como consequência da adopção de uma curvatura não fisiológica. Por outro lado, caso o selimm seja ajustado para uma posição muito recuada, poderá originar uma oscilação excessiva das ancas, provocando instabilidade ao nível destas e da coluna vertebral.
Ajustamento do Guiador
Quando participantes com um bom nível de condição física e ciclistas (profissionais ou amadores) frequentam uma sessão de indoor cycling, a tendência geral é ajustar o guiador para uma posição mais baixa em relação ao selim (posição aerodinâmica). No entanto, quer para os referidos perticipantes, quer para os principiantes em indoor cycling, a posição descrita é desnecessária e de evitar. Pois, para além do facto de num espaço coberto e sem deslocamento não existir necessidade de diminuir a resistência ao avanço, ao realizar um ângulo de flexão do tronco tão reduzido, a expansão da caixa torácica não será a mais correcta e adequada, acrescentando-se a dificuldade ao nível da respiração, com a consequente diminuição da oxigenação dos músculos, sobretudo em esforços mais intensos. A manutenção desta posição de forma mais prolongada também aumentará a tensão sobre os pulsos e, consequentemente a compressão do nervo ulnar. Por último, outra consequência a longo prazo da adopção desta posição, será a sobrecarga excessiva sobre a zona sacro-lombar, especialmente se o participante não tem os músculos da referida zona devidamente reforçados ou se sofrer de problemas na coluna.
Tendo em conta tudo o que foi referido anteriormente, aposição correcta do guiador deverá ser ajustada de modo que aquele se situe ao nível do selim ou pouco mais elevado que este. Esta posição será a ideal para estabilizar as ancas e as articulações dos membros inferiores durante o ciclo de pedalada. No entanto, boa parte dos participantes principiantes e não só, com pouco flexibilidade e com problemas na coluna vertebral, preferem posicionar o guiador num nível substancialmente mais elevado que o selim.
Não existem inconvenientes m relação a esta última opção, uma vez ajustado o guiador na referida posição, a mesma garante ao participante uma postura igualmente confortável e segura sobre a bicicleta.
Ajustamento do Pé no pedal
Maior parte dos participantes nas nossas sessões não utiliza um sistema de encaixe automático nos sapatos. Desta forma, orna-se ainda mais importante garantir que o pé se encontra perfeitamente alinhado quando em contacto com o pedal e a correia de aperto suficientemente ajustada (sem no entanto condicionar a circulação sanguínea), de modo a evitar o risco do pé sair do pedal inadvertidamente, em especial quando se utiliza uma r.p.m. um pouco elevada.
Boas Pedaladas!!!
News
O Instituto Nacional da Propriedade Insdustrial (INPI), já proferiu em 25.05.2007, o despacho de concessão da marca SPIN & SPRINT, o qual será inserido no Boletim da Propriedade Industrial n.º8/2007, a publicar, previsivelmente, em 05.06.2007
Lançamentos
A SPIN & SPRINT COACHING é composta por uma equipa de profissionais experientes na área do Fitness, especializados em Indoor Cycling, aconselhamento técnico, prescrição e treino personalizado no contexto de Ciclismo de estrada e BTT.
A SPIN & SPRINT COACHING surge da necessidade de formar instrutores de Indoor Cycling com uma linha actuação independente, apostando na criação, inovação, variedade e criatividade individual, não obedecendo a programas pré-coreografados. O nosso programa de formação tem como base o entretenimento e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais e comportamentais á modalidalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar, é possível pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, percursos reais nacionais, de Dj’s nacionais (video-dance), bem como as maratonas temáticas (indoor/outdoor), estes são os ingredientes do nosso sucesso que pode também ser o seu. Invista no seu sucesso...
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling é a razão da existência do nosso programa de formação de instrutor de Indoor Cycling (Spin & Sprint Coaching), aproveitamos essa heterogeneidade e transformamos numa satisfação colectiva, através do desafio individual e colectivo do nosso conceito. Se temos pessoas diferentes nas nossas aulas, então temos gostos diferentes, predisposições diferentes, emoções diferentes, condições diferentes, enfim todos diferentes. Ao contrário dos outros programas de indoor cycling aqui é o professor que constrói a sua aula e escolhe as músicas a utilizar tendo em conta a heterogeneidade da sua turma.
Segurança, efeito de treino e motivação (S.E.M.), é a chave para o sucesso das suas aulas. Nós fornecemos o ponto de partida para o sucesso, o conhecimento técnico-cientifíco dos nossos profissionais, permitindo que cada um dos participantes se sintam parte integrante nas suas aulas.
Os nossos formadores para além de excelentes técnicos de exercício físicos e saúde especializados em indoor cycling são também motivadores, incentivadores, criativos, inovadores e posssuidores de conhecimentos técnico-cientificos para o/a tornar num/a presenter de referência.
Formar instrutores de indoor cycling criativos, inovadores e motivadores, não obedecendo a programas pré-coreografados, mas sim á criação independente e individual de cada presenter, fornecendo todas as ferramentas técnicas para a construção de uma aula de sucesso é a nossa missão.
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling
“Não é o desafio que define quem somos, nem o que somos capazes de fazer. O que nos define é o modo como enfretamos esse desafio, podemos deitar fogo ás ruínas, ou construir um caminho através delas, passo a passo, rumo à liberdade...”
Nada ao Acaso
Ajustamento da Spin Bike à anatomia do participante...
À semelhança do que se passa noutras actividades físicas, a segurança, em geral, e o equilíbrio e colocação do centro de gravidade, em particular, são aspectos muito importantes a considerar quando se inicia a prática do indoor cycling.
Ao utilizar a bicicleta estacionária de indoor cycling para o aquecimento ou regresso à calma, as posições do selim e do guiador poderão não ter grande influência, visto que o tempo de utilização da bicicleta, normalmente, é reduzido (10-15 minutos). Contudo, se pensarmos que uma sessão de indoor cycling dura em média 45 minutos, o ajuste completo e correcto da bicicleta à anatomia do participante é crucial. Mesmo sendo esta uma actividade quase sem impacto, quando se adoptam posturas e se realizam gestos incorrectos repetidamente sobre a bicicleta, poderão surgir alguns problemas ao nível da coluna vertebral e nas articulações da anca, joelho e tornozelo. Assim, o correcto posicionamento sobre a bicicleta irá permitir que o participante realize a sessão numa base de segurança, conforto e consequentemente aumento da eficiência motora.
Ajustamento Vertical do selim
O primeiro ajuste a ser realizado deve ser o ajuste vertical do selim. Para tal, o participante, de pé e ao lado da bicicleta, toma como referência a crista ilíaca antero-superior, ajustando a altura do selim a esse ponto anatómico. É importante não esquecer de apertar bem o sistema de ajuste vertical do selim antes de se sentar na bicicleta.
A segunda referência para que o ajuste vertical do selim seja correcto, é conferida com o participante sentado na bicicleta, apoiando o calcanhar no pedal e pressionando-o para baixo, mantendo o pé paralelo ao solo. Nessa fase, a articulação do joelho deverá encontrar-se ligeiramente flectida (cerca de 15 a 20º de flexão).
Em termos de prevenção de lesões, é de evitar o ajustamento do selim numa posição muito elevaa, o que provocará uma oscilação lateral excessiva das ancas, cujas consequências a longo prazo serão os problemas na zona sacro-lombar. Por outro lado, quando o selim fica ajustado numa posição muito baixa, terá como consequência directa um ângulo de
flexão da articulação do joelho superior a 90º, daí resultando uma pressão acrescida do fémur sobre a rótula, originando atrito articular excessivo e o consequente desgaste da cartilagem, podendo favorecer o aparecimento de lesões como as condilopatias rotulianas e a inflamação dos tendões rotuliano e quadricipital.
Ajustamento Longitudinal do selim
O ajustamento horizontal do selim deve ser realizado com o participante sentado sobre o selim e com os pés apoiados sobre os pedais, embora sem apertar a correia de segurança. Mantendo os dois pés exactamente ao mesmo nível e paralelos ao solo, as articulações do joelho e tornozelo deverão encontrar-se alinhadas verticalmente. De modo a formarem um ângulo de 90º com uma linha horizontal imaginária que passa pelo centro do joelho. Ou seja, a extremidade da articulação do joelho não deve encontrar-se mais avançada que a ponta do pé e a zona média do pé (metatarso) deve estar posicionada exactamente no centro do pedal. É certo que podem ser muitos os preciosismos, mas desta forma haverá uma maior solicitação dos músculos flexores e extensores do joelho. Sem risco de lesão para os seus ligamentos colaterais, os quais quando sujeitos a uma hiperextensão dos joelhos e pedalando com elevada cadência, estão sujeitos a alguns micro-traumatismos.
À semelhança do que foi referido para o ajustamento vertical, também no ajustamento horizontal do selim caso oselim se encontre muito avançado, o participante poderá sentir tensão nos músculos de suporte da coluna vertebral, como consequência da adopção de uma curvatura não fisiológica. Por outro lado, caso o selimm seja ajustado para uma posição muito recuada, poderá originar uma oscilação excessiva das ancas, provocando instabilidade ao nível destas e da coluna vertebral.
Ajustamento do Guiador
Quando participantes com um bom nível de condição física e ciclistas (profissionais ou amadores) frequentam uma sessão de indoor cycling, a tendência geral é ajustar o guiador para uma posição mais baixa em relação ao selim (posição aerodinâmica). No entanto, quer para os referidos perticipantes, quer para os principiantes em indoor cycling, a posição descrita é desnecessária e de evitar. Pois, para além do facto de num espaço coberto e sem deslocamento não existir necessidade de diminuir a resistência ao avanço, ao realizar um ângulo de flexão do tronco tão reduzido, a expansão da caixa torácica não será a mais correcta e adequada, acrescentando-se a dificuldade ao nível da respiração, com a consequente diminuição da oxigenação dos músculos, sobretudo em esforços mais intensos. A manutenção desta posição de forma mais prolongada também aumentará a tensão sobre os pulsos e, consequentemente a compressão do nervo ulnar. Por último, outra consequência a longo prazo da adopção desta posição, será a sobrecarga excessiva sobre a zona sacro-lombar, especialmente se o participante não tem os músculos da referida zona devidamente reforçados ou se sofrer de problemas na coluna.
Tendo em conta tudo o que foi referido anteriormente, aposição correcta do guiador deverá ser ajustada de modo que aquele se situe ao nível do selim ou pouco mais elevado que este. Esta posição será a ideal para estabilizar as ancas e as articulações dos membros inferiores durante o ciclo de pedalada. No entanto, boa parte dos participantes principiantes e não só, com pouco flexibilidade e com problemas na coluna vertebral, preferem posicionar o guiador num nível substancialmente mais elevado que o selim.
Não existem inconvenientes m relação a esta última opção, uma vez ajustado o guiador na referida posição, a mesma garante ao participante uma postura igualmente confortável e segura sobre a bicicleta.
Ajustamento do Pé no pedal
Maior parte dos participantes nas nossas sessões não utiliza um sistema de encaixe automático nos sapatos. Desta forma, orna-se ainda mais importante garantir que o pé se encontra perfeitamente alinhado quando em contacto com o pedal e a correia de aperto suficientemente ajustada (sem no entanto condicionar a circulação sanguínea), de modo a evitar o risco do pé sair do pedal inadvertidamente, em especial quando se utiliza uma r.p.m. um pouco elevada.
Boas Pedaladas!!!
News
O Instituto Nacional da Propriedade Insdustrial (INPI), já proferiu em 25.05.2007, o despacho de concessão da marca SPIN & SPRINT, o qual será inserido no Boletim da Propriedade Industrial n.º8/2007, a publicar, previsivelmente, em 05.06.2007
Lançamentos
A SPIN & SPRINT COACHING é composta por uma equipa de profissionais experientes na área do Fitness, especializados em Indoor Cycling, aconselhamento técnico, prescrição e treino personalizado no contexto de Ciclismo de estrada e BTT.
A SPIN & SPRINT COACHING surge da necessidade de formar instrutores de Indoor Cycling com uma linha actuação independente, apostando na criação, inovação, variedade e criatividade individual, não obedecendo a programas pré-coreografados. O nosso programa de formação tem como base o entretenimento e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais e comportamentais á modalidalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar, é possível pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, percursos reais nacionais, de Dj’s nacionais (video-dance), bem como as maratonas temáticas (indoor/outdoor), estes são os ingredientes do nosso sucesso que pode também ser o seu. Invista no seu sucesso...
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling é a razão da existência do nosso programa de formação de instrutor de Indoor Cycling (Spin & Sprint Coaching), aproveitamos essa heterogeneidade e transformamos numa satisfação colectiva, através do desafio individual e colectivo do nosso conceito. Se temos pessoas diferentes nas nossas aulas, então temos gostos diferentes, predisposições diferentes, emoções diferentes, condições diferentes, enfim todos diferentes. Ao contrário dos outros programas de indoor cycling aqui é o professor que constrói a sua aula e escolhe as músicas a utilizar tendo em conta a heterogeneidade da sua turma.
Segurança, efeito de treino e motivação (S.E.M.), é a chave para o sucesso das suas aulas. Nós fornecemos o ponto de partida para o sucesso, o conhecimento técnico-cientifíco dos nossos profissionais, permitindo que cada um dos participantes se sintam parte integrante nas suas aulas.
Os nossos formadores para além de excelentes técnicos de exercício físicos e saúde especializados em indoor cycling são também motivadores, incentivadores, criativos, inovadores e posssuidores de conhecimentos técnico-cientificos para o/a tornar num/a presenter de referência.
Formar instrutores de indoor cycling criativos, inovadores e motivadores, não obedecendo a programas pré-coreografados, mas sim á criação independente e individual de cada presenter, fornecendo todas as ferramentas técnicas para a construção de uma aula de sucesso é a nossa missão.
newsletter #3
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling
“Dreams are things you hope for...Goals are things you make it happen”...
Spin Bike
Quanto à bibicleta de indoor cycling, independentemente da marca ou modelo, em comum têm um vasto conjunto de características técnicas. Ou seja, a bicicleta é estacionária. Portanto é suposto que a mesma não se desloque em qualquer direcção ou sentido ao longo da sessão. Roda de inércia, normalmente, dianteira, de peso variável mediante marca e/ou modelo, onde se aplicam tanto a resistência como a travagem.
O guiador apresenta uma configuração que permite realizar posições de mãos típicas do ciclismo de estrada e de todo-o-terreno e, em alguns modelos podemos ainda encontrar extensores típicos de contra-relógio. Sistema de introdução/adaptação gradual da carga, através da tensão exercida sobre a roda de inércia. Sistema de travagem e/ou bloqueio da roda de inércia, disponivel só em alguns modelos. Ajuste vertical e longitudinal da posição do selim, possibilidade de ajuste vertical da posição do selim e do guiador, suporte para bebida, pedais com diferentes sistemas de fixação, etc...
Doseamento da intensidade
A intensidade do esforço pode variar em função da velocidade a que se pedala, tendo como unidade de medida a r.p.m., isto é, rotações/revoluções por minuto, ou através da tensão aplicada na roda de inércia, aumentando a velocidade de pedalada ou a tensão aplicada na roda, a intensidade do esforço também sofrerá incremento. Nesta fase, encontramo-nos a analisar o doseamento da intensidade do esforço com base no mecanismo que permite aplicar maior ou menor tensão na roda de inércia da bicicleta. Este sistema de introdução/adaptação gradual da carga, funciona com elevada precisão e de forma contínua. Na maioria dos modelos de bicicletas é composto por um botão que ao ser rodado para a direita aumenta e, inversamente, ao rodar para a esquerda a carga diminui. Desta forma, o referido mecanismo permite a adaptação da carga à condição física e objectivos de cada participante.
À semelhança do que se passa noutras actividades físicas, a segurança, em geral, e o equíbrio e colocação do centro de gravidade, em particular, são aspectos muito importantes a considerar quando se inicia a prática do indoor cycling, desta forma à determinados aspectos de ajustamentos da bicicleta à anatomia do participante que quando não conhecidos
devem ser sempre questionados ao “presenter” da sessão, tais como: Ajustamento vertical do selim; Ajustamento longitudinal do selim; Ajustamento do guiador; Ajustamento do pé no pedal; Posições de mãos.
Técnicas
Após explicar o funcionamento de doseamento da carga, o “presenter” deve informar os participantes na sessão, sobretudo aos novos participantes, de que a realização de todas as técnicas, em especial aquelas que alternam o pedalar sentado com o pedalar em pé, exigem a plicação de tensão mínima aplicada na roda de inércia, para que seja possível pedalar em segurança. Desta forma evitar-se-á que o pé se liberte involuntariamente do pedal e, por outro lado, que o participante oscile verticalmente o corpo de forma excessiva. A prevenção de situações deste tipo pode evitar acidentes e o surgimento de lesões graves.
A velocidade da pedalada ou r.p.m. ao longo da sessão é um aspecto de primordial importância no indoor cycling, dada a sua influência directa na intensidade do esforço, na realização correcta das técnicas e, acima tudo, na segurança e conforto com que aquelas são realizadas pelos participantes. Exige-se a cada “presenter” uma atitude extremamente profissional, consciente e cautelosa, desde a selecção de músicas à sua posterior utilização, de modo a que as mesmas vão ao encontro das capacidades técnicas e níveis diferenciados de condição física dos participantes. Caso contrário, não será de estranhar um abandono progressivo das sessões e no caso dos participantes mais persistentes o aparecimento de diversos tipos de lesões.
Para ter uma ideia da realidade no ciclismo de competição, em termos de r.p.m., um sprinter (ciclista de estrada) ou pistard (ciclista de pista) de alto nível, no máximo, pedala num intervalo entre as 120 e as 130 r.p.m. em curtos períodos de tempo. Portanto, não fará muito sentido, estimular os nossos participantes a pedalar em cadências demasiado elevadas. A prática tem demonstrado o seguinte: Muito acima das 100 r.p.m., o número de participantes que acomopanha a cadência de pedalada é reduzido; De 80 a 100 r.p.m., o número de participantes que acompanha a cadência de pedalada é significativo; Abaixo das 80 r.p.m., o número de participantes que não acompanha a cadência de pedalada é reduzido.
Boas Pedaladas!!!
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling
“Dreams are things you hope for...Goals are things you make it happen”...
Spin Bike
Quanto à bibicleta de indoor cycling, independentemente da marca ou modelo, em comum têm um vasto conjunto de características técnicas. Ou seja, a bicicleta é estacionária. Portanto é suposto que a mesma não se desloque em qualquer direcção ou sentido ao longo da sessão. Roda de inércia, normalmente, dianteira, de peso variável mediante marca e/ou modelo, onde se aplicam tanto a resistência como a travagem.
O guiador apresenta uma configuração que permite realizar posições de mãos típicas do ciclismo de estrada e de todo-o-terreno e, em alguns modelos podemos ainda encontrar extensores típicos de contra-relógio. Sistema de introdução/adaptação gradual da carga, através da tensão exercida sobre a roda de inércia. Sistema de travagem e/ou bloqueio da roda de inércia, disponivel só em alguns modelos. Ajuste vertical e longitudinal da posição do selim, possibilidade de ajuste vertical da posição do selim e do guiador, suporte para bebida, pedais com diferentes sistemas de fixação, etc...
Doseamento da intensidade
A intensidade do esforço pode variar em função da velocidade a que se pedala, tendo como unidade de medida a r.p.m., isto é, rotações/revoluções por minuto, ou através da tensão aplicada na roda de inércia, aumentando a velocidade de pedalada ou a tensão aplicada na roda, a intensidade do esforço também sofrerá incremento. Nesta fase, encontramo-nos a analisar o doseamento da intensidade do esforço com base no mecanismo que permite aplicar maior ou menor tensão na roda de inércia da bicicleta. Este sistema de introdução/adaptação gradual da carga, funciona com elevada precisão e de forma contínua. Na maioria dos modelos de bicicletas é composto por um botão que ao ser rodado para a direita aumenta e, inversamente, ao rodar para a esquerda a carga diminui. Desta forma, o referido mecanismo permite a adaptação da carga à condição física e objectivos de cada participante.
À semelhança do que se passa noutras actividades físicas, a segurança, em geral, e o equíbrio e colocação do centro de gravidade, em particular, são aspectos muito importantes a considerar quando se inicia a prática do indoor cycling, desta forma à determinados aspectos de ajustamentos da bicicleta à anatomia do participante que quando não conhecidos
devem ser sempre questionados ao “presenter” da sessão, tais como: Ajustamento vertical do selim; Ajustamento longitudinal do selim; Ajustamento do guiador; Ajustamento do pé no pedal; Posições de mãos.
Técnicas
Após explicar o funcionamento de doseamento da carga, o “presenter” deve informar os participantes na sessão, sobretudo aos novos participantes, de que a realização de todas as técnicas, em especial aquelas que alternam o pedalar sentado com o pedalar em pé, exigem a plicação de tensão mínima aplicada na roda de inércia, para que seja possível pedalar em segurança. Desta forma evitar-se-á que o pé se liberte involuntariamente do pedal e, por outro lado, que o participante oscile verticalmente o corpo de forma excessiva. A prevenção de situações deste tipo pode evitar acidentes e o surgimento de lesões graves.
A velocidade da pedalada ou r.p.m. ao longo da sessão é um aspecto de primordial importância no indoor cycling, dada a sua influência directa na intensidade do esforço, na realização correcta das técnicas e, acima tudo, na segurança e conforto com que aquelas são realizadas pelos participantes. Exige-se a cada “presenter” uma atitude extremamente profissional, consciente e cautelosa, desde a selecção de músicas à sua posterior utilização, de modo a que as mesmas vão ao encontro das capacidades técnicas e níveis diferenciados de condição física dos participantes. Caso contrário, não será de estranhar um abandono progressivo das sessões e no caso dos participantes mais persistentes o aparecimento de diversos tipos de lesões.
Para ter uma ideia da realidade no ciclismo de competição, em termos de r.p.m., um sprinter (ciclista de estrada) ou pistard (ciclista de pista) de alto nível, no máximo, pedala num intervalo entre as 120 e as 130 r.p.m. em curtos períodos de tempo. Portanto, não fará muito sentido, estimular os nossos participantes a pedalar em cadências demasiado elevadas. A prática tem demonstrado o seguinte: Muito acima das 100 r.p.m., o número de participantes que acomopanha a cadência de pedalada é reduzido; De 80 a 100 r.p.m., o número de participantes que acompanha a cadência de pedalada é significativo; Abaixo das 80 r.p.m., o número de participantes que não acompanha a cadência de pedalada é reduzido.
Boas Pedaladas!!!
domingo, 20 de dezembro de 2009
História do Indoor Cycling...
SPIN & SPRINT®
Indoor cycling newsletter #2 / Abril 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling. Caso pretenda consultoria técnica basta enviar as suas questões.
Liberdade
“Há sempre uma razão para viver.
Podemos elevar-nos acima da nossa ignorância,
Podemos olhar o nosso reflexo como o de criaturas
Feitas de refeição, inteligência e talento.
Podemos ser livres!
Podemos aprender a voar!”
Fernão Capelo Gaivota
História do indoor cycling
Johnny G.!
Johnathan Goldberg, de seu verdadeiro nome, emigrante nos E.U.A., originário da África do Sul, foi a personagem histórica que deu origem a esta actividade de grupo eficaz e desafiante. Como boa parte das criações do ser humano, também esta se encontra relacionada com o suprimento de uma necessidade. Se bem que numa primeira fase não passou disso mesmo, posteriormente, potenciaram-se as características do indoor cycling, contando com o precioso contributo de uma aguçada perspectiva comercial.
Johnny G. Desde cedo adquiriu o gosto pelas bibicletas e, consequentemente, pelo ciclismo de estrada, de tal forma que ao pretender preparar uma competição de longa distância nos E.U.A.(Race Across America) durante o inverno rigoroso (neve, chuva e muito frio) e simultaneamente para estar próximo da sua família, viu-se privado de realizar treinos no exterior. Nessa fase da sua preparação teve a brilhante ideia de construir uma bicicleta estacionária com a mesma geometria da sua bicicleta de estrada, com o objectivo de dar continuidade à sua preparação física específica na garagem da sua casa. Provavelmente, na procura de transformar as suas sessões de treino numa actividade menos monótona e mais participada, decidiu convidar uns amigos, para os quais foram construídas umas quantas réplicas da sua bicicleta estacionária, para que estes o acompanhassem durante as sessões de treino num ambiente ritmado pelo som de música agradável.
Estes foram os engredientes de base para que nescesse a actividade de indoor cycling.
Falta ainda referir um outro ingrediente. Johnny G. Pensou que se aquela actividade tinha resultado com ele e com o grupo que o acompanhava, então, se partilhasse a sua experiência com mais pessoas, também poderia resultar com as mesmas. E, em 1994 Johnathan Goldberg and John Baudhuin criaram a Mad Dogg Athletics, (inc MDA) com o objective de promover o Spinning em todo o mundo.
Daí em diante, a divulgação do programa de indoor cycling (Spinning®) criado por Johnny G. bem como a bicicleta estacionária (Spinner®) para realizar esta actividade expandiu-se de forma espantosa e com enorme sucesso por todo o mundo. Para este sucesso muito contribuiu uma antiga e conceituada marca de bicicletas americana (Schwinn®) que ao associar-se a Johnny G. e ao seu programa de indoor cycling, transformou uma simples necessidade de um ciclista de estrada num lucrativo negócio.
Para além destes factos históricos e independentemente dos programas ou métodos das marcas ou modelos de bicicletas de indoor cycling existentes actualmente, cada instrutor deve focalizar a sua atenção em proporcionar sessões seguras, motivantes e estimulantes física e psicologicamente para que cada um dos participantes nas sessões atinja os objectivos pretendidos e divirta-se imenso.
Boas pedaladas!!!
Indoor cycling newsletter #2 / Abril 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling. Caso pretenda consultoria técnica basta enviar as suas questões.
Liberdade
“Há sempre uma razão para viver.
Podemos elevar-nos acima da nossa ignorância,
Podemos olhar o nosso reflexo como o de criaturas
Feitas de refeição, inteligência e talento.
Podemos ser livres!
Podemos aprender a voar!”
Fernão Capelo Gaivota
História do indoor cycling
Johnny G.!
Johnathan Goldberg, de seu verdadeiro nome, emigrante nos E.U.A., originário da África do Sul, foi a personagem histórica que deu origem a esta actividade de grupo eficaz e desafiante. Como boa parte das criações do ser humano, também esta se encontra relacionada com o suprimento de uma necessidade. Se bem que numa primeira fase não passou disso mesmo, posteriormente, potenciaram-se as características do indoor cycling, contando com o precioso contributo de uma aguçada perspectiva comercial.
Johnny G. Desde cedo adquiriu o gosto pelas bibicletas e, consequentemente, pelo ciclismo de estrada, de tal forma que ao pretender preparar uma competição de longa distância nos E.U.A.(Race Across America) durante o inverno rigoroso (neve, chuva e muito frio) e simultaneamente para estar próximo da sua família, viu-se privado de realizar treinos no exterior. Nessa fase da sua preparação teve a brilhante ideia de construir uma bicicleta estacionária com a mesma geometria da sua bicicleta de estrada, com o objectivo de dar continuidade à sua preparação física específica na garagem da sua casa. Provavelmente, na procura de transformar as suas sessões de treino numa actividade menos monótona e mais participada, decidiu convidar uns amigos, para os quais foram construídas umas quantas réplicas da sua bicicleta estacionária, para que estes o acompanhassem durante as sessões de treino num ambiente ritmado pelo som de música agradável.
Estes foram os engredientes de base para que nescesse a actividade de indoor cycling.
Falta ainda referir um outro ingrediente. Johnny G. Pensou que se aquela actividade tinha resultado com ele e com o grupo que o acompanhava, então, se partilhasse a sua experiência com mais pessoas, também poderia resultar com as mesmas. E, em 1994 Johnathan Goldberg and John Baudhuin criaram a Mad Dogg Athletics, (inc MDA) com o objective de promover o Spinning em todo o mundo.
Daí em diante, a divulgação do programa de indoor cycling (Spinning®) criado por Johnny G. bem como a bicicleta estacionária (Spinner®) para realizar esta actividade expandiu-se de forma espantosa e com enorme sucesso por todo o mundo. Para este sucesso muito contribuiu uma antiga e conceituada marca de bicicletas americana (Schwinn®) que ao associar-se a Johnny G. e ao seu programa de indoor cycling, transformou uma simples necessidade de um ciclista de estrada num lucrativo negócio.
Para além destes factos históricos e independentemente dos programas ou métodos das marcas ou modelos de bicicletas de indoor cycling existentes actualmente, cada instrutor deve focalizar a sua atenção em proporcionar sessões seguras, motivantes e estimulantes física e psicologicamente para que cada um dos participantes nas sessões atinja os objectivos pretendidos e divirta-se imenso.
Boas pedaladas!!!
Spin and Sprint Coaching
SPIN & SPRINT®
Indoor cycling newsletter
#1 / Março 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling. Caso pretenda consultoria técnica basta enviar as suas questões.
...”O futuro não existe. Existem milhões de futuros possiveis à espera de serem inventados. O futuro do Indoor Cycling não é uma coisa que acontece, é uma coisa que nós criamos”...
Marco Dias
A Spin & Sprint (S&S) dá-lhe os parabéns por fazer parte de um grupo de adeptos e participantes de indoor cycling, e por iniciar a leitura desta newsletter.
A S&S para além de uma marca, é também um conceito de indoor cycling. Actualmente em Portugal temos uma série de programas(pré-concebidos) importados de marcas bem conhecidas no mundo do fitness.
A S&S surge da necessidade de uma linha de actuação independente, não obedecendo a programas pré-concebidos, mas sim à criação, inovação, variedade e criatividade individual, este conceito muito próprio tem como base o “entretenimento” e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais, comportamentais á modalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar, é possivel pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, de percursos nacionais reais, de Dj’s nacionais(video-dance), bem como a possibilidade de maratonas temáticas(indoor & outdoor).
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling não é uma limitação, mas sim um desafio individual e colectivo. A S&S assenta permanentemente em três
características fundamentais: Segurança, Efeito de treino e Motivação (S.E.M.)
O ponto de partida é o conhecimento técnico-científico que o “presenter” tem sobre a forma como contribuir para que cada participante ou grupo de participantes alcance os objectivos delineados, passando claro também pela comunicação e atenção dirigidas a cada um dos participantes, independentemente da idade, sexo, nível de condição física, limitações físicas, expectativas, motivações e objectivos(redução da percentagem de massa gorda corporal, prática de actividade física para promoção da saúde, treino desportivo, etc.)
A S&S pretende numa primeira fase garantir aos adeptos e praticantes de indoor cycling conhecimento simples mas eficaz de conteúdos elementares da modalidade tais como: História do indoor cycling; Equipamento; Bicicleta; Estabilidade; Ajustes; Técnicas; Fases; Lesões; perguntas mais frequentes; etc... Numa segunda fase teremos: streetwear, casualwear, sportwear “e” cyclingwear S&S; Eventos da modalidade; S&S Club; etc...
Espero que vos agrade!
Boas pedaladas!!!
O Espaço Leitor é um espaço onde poderá expressar a sua opinião, colocar questões, solicitar consultoria técnica, estar a par das novidades e lançamentos da marca e parceiros. Este espaço também é seu faça uso dele...
Indoor cycling newsletter
#1 / Março 2007
Caro(a) Amigo(a),
Adepto(a), amante, participante de Indoor Cycling
Bem-vindo(a) à newsletter mensal da Spin & Sprint!Eis a compilação do Indoor Cycling. Caso pretenda consultoria técnica basta enviar as suas questões.
...”O futuro não existe. Existem milhões de futuros possiveis à espera de serem inventados. O futuro do Indoor Cycling não é uma coisa que acontece, é uma coisa que nós criamos”...
Marco Dias
A Spin & Sprint (S&S) dá-lhe os parabéns por fazer parte de um grupo de adeptos e participantes de indoor cycling, e por iniciar a leitura desta newsletter.
A S&S para além de uma marca, é também um conceito de indoor cycling. Actualmente em Portugal temos uma série de programas(pré-concebidos) importados de marcas bem conhecidas no mundo do fitness.
A S&S surge da necessidade de uma linha de actuação independente, não obedecendo a programas pré-concebidos, mas sim à criação, inovação, variedade e criatividade individual, este conceito muito próprio tem como base o “entretenimento” e a condição física, adicionando estímulos visuais, sensoriais, comportamentais á modalidade já por si “estacionária”.
O entretenimento é a chave deste conceito empolgante de pedalar, é possivel pedalar para além da imaginação, na companhia de video-animações, de percursos nacionais reais, de Dj’s nacionais(video-dance), bem como a possibilidade de maratonas temáticas(indoor & outdoor).
A heterogeneidade dos participantes de indoor cycling não é uma limitação, mas sim um desafio individual e colectivo. A S&S assenta permanentemente em três
características fundamentais: Segurança, Efeito de treino e Motivação (S.E.M.)
O ponto de partida é o conhecimento técnico-científico que o “presenter” tem sobre a forma como contribuir para que cada participante ou grupo de participantes alcance os objectivos delineados, passando claro também pela comunicação e atenção dirigidas a cada um dos participantes, independentemente da idade, sexo, nível de condição física, limitações físicas, expectativas, motivações e objectivos(redução da percentagem de massa gorda corporal, prática de actividade física para promoção da saúde, treino desportivo, etc.)
A S&S pretende numa primeira fase garantir aos adeptos e praticantes de indoor cycling conhecimento simples mas eficaz de conteúdos elementares da modalidade tais como: História do indoor cycling; Equipamento; Bicicleta; Estabilidade; Ajustes; Técnicas; Fases; Lesões; perguntas mais frequentes; etc... Numa segunda fase teremos: streetwear, casualwear, sportwear “e” cyclingwear S&S; Eventos da modalidade; S&S Club; etc...
Espero que vos agrade!
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